segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Transeunte em Paris



Entendo a Fotografia como uma forma de olhar pelos olhos do outro, ou fazer com que olhem pelos meus próprios olhos. Gosto de observar e capturar o cotidiano, principalmente nas cidades onde o cenário é caótico, cheio de informações. Conseguir ''congelar'' um momento e torná-lo único, como se eu pudesse controlar o tempo. Por isso e por outras que está é uma das coisas que mais gosto de fazer, tempo e espaço são desafios constantes.

Em abril de 2012 descobri por acaso o grande fotógrafo Robert Doisneau, um dos pioneiros na fotografia do cotidiano. O parisiense com seu olhar aguçado enxergou arte na no dia a dia, com a sua Leica pelas ruas de Paris ele registrou diversas cenas da década de 1930.

O que mais me atrai na fotografia do cotidiano, principalmente em cidades turísticas, é o fato de poder desmistificar a cidade, ir além dos cartões postais. Perceber que há pessoas  vivendo ali e há vida comum. Muito embora  sempre haverá este Je ne sais quai em Paris que a deixa especial.

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I see Photography as a way of looking through the eye of someone else, or make someone look through mine. I like to watch and capture the daily scenes, specially in the cities where the scenario is chaotic, full of information. To ''frozen'' a moment is turn it unique, as If I could control the time. That's why this is one of my favorite things, time and space are always  challenges issues.

In April of 2012 I've discovered by chance the great photographer Robert Doisneau, one of the first of this kind of photographing way. He had this keen eye which helped him to find art on the daily routine. With his Leica around the streets of Paris he registered plenty of scenes on the 1930 decade. 

What I love the most in daily photograph is, specially in touristic cities, is the fact that I can demystify the city, go beyond their postal cards. Realize that there's people living around there, there is normal life. Although it will always have this Je ne sais quai in Paris.
 



              





              


                










terça-feira, 1 de abril de 2014

Voguepedia



Hello folks!
Post rápido para compartilhar um site que eu acho de extrema importância para todos que querem tirar uma dúvida sobre moda.  Adorei descobrir que existe um Wikipédia só da Vogue, e acho que pode ajudar muita gente na hora de pesquisar sobre termos, personalidades e afins do fashion world. Um texto rápido, com imagens, bem diagramado e bem Vogue.
Let's research!

http://www.vogue.com/voguepedia

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Pixar - 25 Anos de Animação



Depois de explorar alguns do museus principais de Paris, eu enquanto designer, não poderia deixar de conhecer Les Docks- Cité de La Mode e Du Design. Um dock com escadarias verde limão lindas (o tempo tava ruim e acabei não tirando foto, mas assim que tiver a oportunidade de voltar, eu tiro foto). É neste ambiente bastante propício que está o Art Ludique Musée (Museu de Arte Lúdica), onde abriga  exposição Pixar – 25 anos de animação.



Me sentindo meio estranha por estar em uma exposição que a maioria do público eram crianças acompanhadas dos pais, tive vontade de pegar qualquer enfant ali e fingir que estava acompanhando, rs. Mas logo me soltei e fiz uma viagem no tempo, me sentindo com 10 anos de idade. Parecia que eu estava entrando no estúdio da Pixar, logo de cara vi pequenas partes do Ratatouile (acho que por estar em Paris, que fez muito sentindo). 

A exposição é completa, desde os primeiros sketchs dos personagens principais dos filmes, rascunhos em papel e lápis comum, pastel e canetas até coisas mais complexas como as modelagens 3D. Foi incrível ver os primeiros rabiscos, que contavam com correções que utilizavam liquid paper para corrigir detalhes chegarem aos filmes incríveis que brincam com a nossa imaginação. 


A vontade imediata era começar a desenhar ali mesmo, entendo perfeitamente porque tem gente que leva seus sketchbooks para os museus.

Uma tela trazia os primeiros curtas da Pixar, eu fiquei lá um bom tempo até ver todos os curtas. Uma das coisas mais mágicas que eu vi na vida  foi uma estrutura que mostrava como faziam as primeiras animações, vejam o vídeo:


Essa estrutura chama-se Zootropo, cujo o movimento cria a ilusao de que os objetos estão em movimento. O objeto foi de suma importância para o cinema. 




P.S.: era proibido fotografar a expo, as imagens foram retiradas da internet. 


http://www.citemodedesign.fr/
http://www.pixar.com/about/The-Exhibition



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Quase um ano depois, de volta!

Milhares de coisas estão acontecendo.
Já existem vários diário-blogs sobre intercâmbios, resolvi escrever as experiencias mais pessoais em um caderno, porque adoro papel e acho que nem tudo a gente deve sair escancarando por aí.

Estou estudando Design na Irlanda no IT Sligo, o curso é Creative Design, com foco em Industrial. A oportunidade de estudar em outro país está sendo maravilhosa, e estar pertinho da Europa me proporcionou  conhecer lugares que sempre desejei ir, a ideia é poder vivenciar novas experiencias voltadas para o Design (museus, lugares, vitrinas, etc.).




quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Le Cabinet d’Ecriture - Uma nova forma de consumir Louis Vuitton


Já pensou em consumir um produto da mítica Louis Vuitton  pagando menos de 100 euros? A marca que é referência no setor de malas e bolsas desenvolveu um novo segmento de produtos, no próximo mês a grife lançará produtos de livraria. 

Canetas, borrachas, livros, blocos de nota, envelopes entre outros artigos compõe este pequeno delírio, a coleção de produtos de papelaria de luxo. "Le Cabinet d’Ecriture" é o nome da boutique,  que será inaugurada no próximo dia 13 de dezembro, no bairro Place Saint-Germain-des-Prés, famoso pelas livrarias e café, na cidade mais fina do mundo: Paris.

Para quem nutre um desejo de consumir a marca já pode aproveitar, a linha oferece itens que variam entre 35 euros a 1.750 Euros.





Canetas de couro de crocodilo


Envelopes e porta-tinta (um charme)



Fonte: ModaSpot

domingo, 9 de setembro de 2012

Comprar por causa da embalagem, sim!



As latas de sopa Campbell tornaram-se figuras icônicas devido ao genial  Andy Warhol e foram eternizadas. Depois de toda a consagração através da Pop Art, as famosas sopas enlatadas fazem o caminho reverso, agora são as latas Campbell que se apropriam da estética criada por Warhol para tornar-se um produto pop, esta foi a forma muito cool que a empresa resolveu homenagear os 50 anos do lançamento da obra Campbell's Soup Can. 


                         

Produtos assinados ou inspirados nas obras de grandes artistas e designers são ótimas oportunidades de trazer a arte conceitual (muitas vezes só acessível em museus ou quem puder desembolsar uns bons dinheiros) para o cotidiano, de nós, meros mortais apreciadores de obras de arte. Quem nunca acabou comprando e provando as sopas só para ter uma latinha? Eu já, e a propósito, achei a Tomato Soup ruim, mas serve como molho de tomate e fica bem bom.  

No Brasil existiram alguns cases também,  foram as  latas de leite em pó da Molico que prestaram uma homenagem à Tarsila do Amaral (informações a respeito pendentes, porque lembrei vagamente).  E como tem esperto para tudo, tem gente que guardou as latinhas da Tarsila e está vendendo a coleção por mais de 100  dinheiros no Mercado Livre.




A prática é comum, e a embalagem se torna mais que um diferencial, um objeto especial.   A Evian já é famosa por suas propagandas diferenciadas, e em 2009 lançaram as garrafas assinadas pelo designer inglês, Paul Smith, deixaram de ser uma simples embalagem para tornar-se um produto de Design que ninguém vai querer descartar. 










 Mais um case, a Coca-Cola, constrói cada vez mais conceitos e estreita suas relações com os  seus consumidores. As latas estão trazendo os nomes mais comuns em cada país, buscando uma forma de personalizar e ficar mais próxima do público.



                                               





terça-feira, 31 de julho de 2012

Rehab para os viciados em Mídias Sociais






Desconectar ficou cada vez mais difícil. Você pode estar dormindo, mas seu smartphone pode ficar lá recebendo as atualizações dos seus amigos. É só apertar um botão que você descobre onde seus amigos podem estar, a última foto publicada, o que fizeram, etc. 
Parece até que estamos cada vez mais unidos...só que não. Estamos passando muito tempo conectados por wi-fi mas ao vivo, com nossos amigos, geralmente alguém para pro "check-in" no Foursquare, dá aquela espiada básica nas atualizações do Facebook e vê que alguém curtiu a sua última foto no Instagram.

Isso foi comprovado em pesquisas, realizada por metade do grupo BBH Barn 2012— Sarah Chan, Rhys Hillman e Scarlett Montanaro— "nós olhamos para os nossos telefones em média, umas150 vezes ao dia" revelam. O mais aterrorizante: 10% das pessoas abaixo de 25 anos mandam SMS durante o sexo; 65% dos adolescentes usam telefones enquanto estão socializando e  24% das pessoas perdem momentos importantes por estarem registrando e compartilhando o evento on-line.

Visando melhorar as conversas face-to-face (e não facebook-to-facebook), e reconectar humanamente as pessoas sem a presença dos smartphones, o grupo resolveu criar um kit que transforma os aplicativos em objetos tangíveis, para usarem de forma real, sem a necessidade de conexão via-internet.

O Social Rehab, tem óculos com filtro do Instagram, adesivos "Like", caderno de anotações para "Tweets" e um caderno para ser usado como DrawSomething. O grupo de amigos confessa ter medo que as pessoas acabem em conversas curtas com apenas 140 caracteres, com respostas rápidas.

Quer realmente um Rehab? Vá para um lugar que não pega celular. No máximo um telefone fixo na casa. Aí sim, você sente o gosto de viver off-line.






Dá até para imprimir o Kit!


fonte: Design Taxi



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